06 outubro 2009

18.agosto

Obrigaste-me a sentar naquela mesa e não qualquer outra das vinte e três que o café tinha. (Contei-as enquanto não falámos.) Porque já sabias que aquela era, ia ser especial.
Pegaste na minha mão e deste um beijo na sua palma. (Face anterior da mão. Porque foi isto que o Seeley me ensinou a chamar-lhe.)





E não fosse o teu

“É para que te lembres que é precisamente aí que eu estou. Mas pior...é aí que eu quero estar.”
e eu tinha esquecido. Juro que tinha, pelo menos, tentado.

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