06 março 2012

Mas que raio...!?


Já tinha ouvido falar destas novas engenhocas... Mas a sério, quem é que raio quer andar com um telefone pendurado no bolso? O objectivo dos telemóveis não é não andarmos com fios atrás, serem práticos e portáteis!?

Enfim, vai-se lá perceber a mente destes inventores! 
Gente que não sabe o que quer, ou o que há-de criar de novo...

01 março 2012

Fuck off age!!



À pouco mais de um ano era capaz de dormir 5 horas. Por vezes menos. Outras vezes mesmo nada. Não dormia simplesmente. Era uma perda de tempo fazer tal coisa, com tantas outras melhores para fazer.

À pouco mais de um ano tinha a vida bem mais atarefada. Mais atarefada e dormia menos. Muito menos. Às vezes mesmo nada.

Presentemente, sou capaz de dormir 7 horas e acordar como se ainda nem pela cama tivesse passado desde o dia anterior. 7 horas, e é como se de nada se tratasse.

Presentemente, a vida parece ser bem mais calma, apesar de mais complexa, e durmo 7 horas. 7 horas, que parecem nada.

À pouco mais de um ano tinha muito com que me preocupar. No meio de aulas, frequências, trabalhos, noites, festas, jantares, convívio, amigos, casa e tantas outras coisas, a preocupação residia no tempo disponível para não dormir e aquele que restava para fechar os olhos. À pouco mais de um ano a vida era bem mais atarefada. Mais atarefada na medida em que não se fazia nada de jeito, mas havia sempre algo para fazer. Vendo bem, a vida à pouco mais de um ano era bem mais atarefada por ser tão cheia de uma vida tão despreocupada como só aquela.

Presentemente, há todo um mundo de cenas sem vida com que se preocupar. Entre trabalhos, casa, refeições, fins-de-semana e exercício físico, nada grita tanto por vida como gritavam aqueles seres que viveram juntos à pouco mais de um ano. Sim, presentemente a vida é calma, mas bem mais complexa do que qualquer despreocupação poderia ser.

E a questão, depois de tanto desejar a irresponsabilidade de tempos que não voltam, é a seguinte: é a isto que chama de crescer?

E mais, mas que raio de ideia é não conseguir aguentar de pé com olhos bem abertos depois de 7 horas na sorna quando à pouco mais de um ano 5 horas de olhos fechados era o suficiente, e às vezes até de mais?

É isto que significa ter 23 anos!?
Não quero!!

28 fevereiro 2012

Dilema cabeludo


Hoje acordei e fartei-me do meu cabelo. Pura e simplesmente, fartei-me. Quero cortá-lo!!
E agora, coragem, onde andas!?

Sugestões?

24 fevereiro 2012

Oh São Pedro, atão??


Que tempo de caca. Chove, chove e volta a chover. Faz vento, vendavais e tempestades. Faz tudo aquilo que não se queria que houvesse. Não que eu adore assim tanto o sol, ora essa! Mas, querendo uma pessoa fazer exercício ao ar livre, com este tempo é complicadito. Já tentaram  correr contra o vento!? Pois, é como estar parado, literalmente, mas acrescenta-se a este estado uma dor de pernas terrível como se os músculos gritassem para te mexeres. Mas tu não consegues! Lá está, é complicadito como eu dizia à pouco. E mais, com este tempo só apetece é sofá, mantas, chocolates, bolachas e mais coisas que nos atiram na direcção oposto ao exercício.
E eu pergunto: Porquê? Ou melhor, para quê? Se o mundo todo se revolta com este tempo e todos pedem uns raiozinhos de sol, porque raio é que o São Pedro não ouve as preces dos demais e deita abaixo este tempinho de caca e boca aí o sol no céu!? 
E eu só pedia isto para poder ir correr... Será pedir demais?

22 fevereiro 2012

significados.

ainda dói. às vezes muito.

19 janeiro 2012

Vida Trabalhador vs Vida Estudante


"A vida é uma seca..."

(E hoje até é 5ª feira...)

05 janeiro 2012

Assim não...

“Assim não”. Disse estas duas palavrinhas agora mesmo. E lembrei-me. A seguir ao assim não vem sempre um “claro que não!” Mas a seguir a este “assim não”vieram memórias. Nossas. Veio um banco da praça que alguém um dia não queria largar. Um outro banco que um dia serviu de palco para uma sessão fotográfica de 3 raparigas e duas garrafas. Esse mesmo banco um ano depois. Já éramos 5. Já éramos todas =)

Uma “bordolete” que se perdeu…uma parede que se escalou vezes incontáveis. Tocámos o tecto, mudámos a perspectiva do tempo. Caímos e levantámo-nos a mesma quantidade de vezes!

Fizemos coisas proibidas. Voltámos a faze-las. Dançamos. Muito! Até ser de manha! ‘cause nirvana means take your ‘shirt off and We’re so hot and cold, we’re yes and no, in and out. and we gon' rock this club, We gon' go all night, We gon' light it up, seja loira ou morena ;)

Deitámo-nos no meio da estrada. Vimos semáforos a mudar de cor. Vimos constelações de estrelas. Dormimos 1 hora. Dormimos manhas inteiras. Tomámos pequenos-almoços antes de nos deitarmos. Almoçámos às 5h da tarde.

Chorámos. Agora que me lembro…já chorámos tantas vezes! Mas sorrimos muitas mais. Dissemos “eu nunca”. Mas nunca deixámos nada por fazer xD!

Fomos uma família. Daquelas que ficam a ver filmes enroladas numa manta num qualquer divã. Dormimos 3 na mesma cama. Dormimos no chão. Ou simplesmente…não dormimos!

Assim não! Quero mais.


(Escrevi este texto há algum tempo. não me lembro se o tinha chegado a publicar ou não. Mas também não interessa. Porque há coisas que merecem ser repetidas. E dizer que sinto mesmo a vossa falta é uma dessas coisas*)

30 dezembro 2011

Better words

Oh no- here comes that sun again.
And (that) means another day without you my friend.
And it hurts me to look into the mirror at myself.
And it hurts even more to have to be with somebody else.
And it's so hard to do and so easy to say.
But sometimes - sometimes, you just have to walk away - walk away.
With so many people to love in my life, why do I worry about one?
But you put the happy in my ness, you put the good times into my fun.
And it's so hard to do and so easy to say.
But sometimes - sometimes, you just have to walk away - walk away and head for the door.
We've tried the goodbye so many days.
We walk in the same direction so that we could never stray.
They say if you love somebody than you have got to set them free, but I would rather be locked to you than live in this pain and misery.
They say time will make all this go away, but it's time that has taken my tomorrows and turned them into yesterdays.
And once again that rising sun is droppin' on down And once again, you my friend, are nowhere to be found.
And it's so hard to do and so easy to say.
But sometimes, sometimes you just have to walk away, walk away and head for the door.
You just walk away - walk away - walk away.
You just walk away, walk on, turn and head for the door.

Quando as palavras não saem, não conseguimos contar a ninguém, nem percebemos o que temos de fazer.
Obrigada Ben.

19 dezembro 2011

Será isto apenas o início do fim!?

Estou completamente abismada.Hoje descubro que não tenho gás.Coisa normal, diriam vossas excelências. E eu respondo: Normal, pois, se não tivesse mudado a botija à meia dúzia de dias. Calço as minhas botas, boto o casaco de Inverno, que está frio na rua, e lá vou eu mudar a botija, que parece que desta vez vinha meia vazia. E aí me deparo com a cena mais estranhíssima que poderia encontrar: não havia botija. O lugar dela estava a ser preenchido por uma grande camada de ar. "Ar e vento", como os mais velhos diriam. E então pensei: meio vazia nada, desta vez venderam-me uma botija toda xpto que vai desaparecendo à medida que o gás se usa. É ecológica. É isso, ou então alguma alma peneda precisou de gás para botar fogo ao Inferno!


E quando se pensa que já se atingiu o fundo do poço, descobre-se que ainda há mais por onde cair.
Não sei onde é que isto nos vai levar, mas as regras morais e as leis éticas foram botadas abaixo!

Anarquia, seja bem-vinda a bordo!
Que faça melhor que os anteriores!

18 dezembro 2011

isto é uma crónica sobre propósitos.



Os propósitos são uma ideia que me agrada por serem tão multifacetados e – convenhamos! – porque só eu me lembrei de fazer uma crónica sobre isto. Assim, independentemente da borrada que daqui sair será, por certo e propositadamente, original.


Há os propósitos quando se anda nua pela casa e somos apanhados por alguém da família que nos alerta com um ‘Então, rapariga, resguarda-te, que vergonha! Não viste que estava aqui o tio Manel? Afinal que propósitos são esses?’. Estes propósitos são os que se enquadram na categoria de ‘questionáveis’ na medida em que se seguem sempre de uma interrogação. Ainda por cima uma interrogação convencida, que nem pede resposta nem nada.


Depois temos os propósitos que toda a gente diz que não tem quando faz algo mal. ‘Desculpa, não foi de propósito’. Não foi (uma merda) o catano! Tudo tem um propósito, mais não seja o ‘desculpa, sou um desajeitado com as mãos e logo as duas foram aterrar nas tuas mamas’ ou ‘mil perdões, estava apenas a testar os bicos do fogão desde ontem; nunca pensei que a tua casa fosse pelos ares’.


Sejamos sinceros, gente.
A começar por mim. Menti-vos. A falta de propósito existe em ‘propósito’ como sinónimo de ‘objectivo’. E nessa falta atentem, que é das mais (parolas) complicadas da existência humana.