05 janeiro 2012

Assim não...

“Assim não”. Disse estas duas palavrinhas agora mesmo. E lembrei-me. A seguir ao assim não vem sempre um “claro que não!” Mas a seguir a este “assim não”vieram memórias. Nossas. Veio um banco da praça que alguém um dia não queria largar. Um outro banco que um dia serviu de palco para uma sessão fotográfica de 3 raparigas e duas garrafas. Esse mesmo banco um ano depois. Já éramos 5. Já éramos todas =)

Uma “bordolete” que se perdeu…uma parede que se escalou vezes incontáveis. Tocámos o tecto, mudámos a perspectiva do tempo. Caímos e levantámo-nos a mesma quantidade de vezes!

Fizemos coisas proibidas. Voltámos a faze-las. Dançamos. Muito! Até ser de manha! ‘cause nirvana means take your ‘shirt off and We’re so hot and cold, we’re yes and no, in and out. and we gon' rock this club, We gon' go all night, We gon' light it up, seja loira ou morena ;)

Deitámo-nos no meio da estrada. Vimos semáforos a mudar de cor. Vimos constelações de estrelas. Dormimos 1 hora. Dormimos manhas inteiras. Tomámos pequenos-almoços antes de nos deitarmos. Almoçámos às 5h da tarde.

Chorámos. Agora que me lembro…já chorámos tantas vezes! Mas sorrimos muitas mais. Dissemos “eu nunca”. Mas nunca deixámos nada por fazer xD!

Fomos uma família. Daquelas que ficam a ver filmes enroladas numa manta num qualquer divã. Dormimos 3 na mesma cama. Dormimos no chão. Ou simplesmente…não dormimos!

Assim não! Quero mais.


(Escrevi este texto há algum tempo. não me lembro se o tinha chegado a publicar ou não. Mas também não interessa. Porque há coisas que merecem ser repetidas. E dizer que sinto mesmo a vossa falta é uma dessas coisas*)

30 dezembro 2011

Better words

Oh no- here comes that sun again.
And (that) means another day without you my friend.
And it hurts me to look into the mirror at myself.
And it hurts even more to have to be with somebody else.
And it's so hard to do and so easy to say.
But sometimes - sometimes, you just have to walk away - walk away.
With so many people to love in my life, why do I worry about one?
But you put the happy in my ness, you put the good times into my fun.
And it's so hard to do and so easy to say.
But sometimes - sometimes, you just have to walk away - walk away and head for the door.
We've tried the goodbye so many days.
We walk in the same direction so that we could never stray.
They say if you love somebody than you have got to set them free, but I would rather be locked to you than live in this pain and misery.
They say time will make all this go away, but it's time that has taken my tomorrows and turned them into yesterdays.
And once again that rising sun is droppin' on down And once again, you my friend, are nowhere to be found.
And it's so hard to do and so easy to say.
But sometimes, sometimes you just have to walk away, walk away and head for the door.
You just walk away - walk away - walk away.
You just walk away, walk on, turn and head for the door.

Quando as palavras não saem, não conseguimos contar a ninguém, nem percebemos o que temos de fazer.
Obrigada Ben.

19 dezembro 2011

Será isto apenas o início do fim!?

Estou completamente abismada.Hoje descubro que não tenho gás.Coisa normal, diriam vossas excelências. E eu respondo: Normal, pois, se não tivesse mudado a botija à meia dúzia de dias. Calço as minhas botas, boto o casaco de Inverno, que está frio na rua, e lá vou eu mudar a botija, que parece que desta vez vinha meia vazia. E aí me deparo com a cena mais estranhíssima que poderia encontrar: não havia botija. O lugar dela estava a ser preenchido por uma grande camada de ar. "Ar e vento", como os mais velhos diriam. E então pensei: meio vazia nada, desta vez venderam-me uma botija toda xpto que vai desaparecendo à medida que o gás se usa. É ecológica. É isso, ou então alguma alma peneda precisou de gás para botar fogo ao Inferno!


E quando se pensa que já se atingiu o fundo do poço, descobre-se que ainda há mais por onde cair.
Não sei onde é que isto nos vai levar, mas as regras morais e as leis éticas foram botadas abaixo!

Anarquia, seja bem-vinda a bordo!
Que faça melhor que os anteriores!

18 dezembro 2011

isto é uma crónica sobre propósitos.



Os propósitos são uma ideia que me agrada por serem tão multifacetados e – convenhamos! – porque só eu me lembrei de fazer uma crónica sobre isto. Assim, independentemente da borrada que daqui sair será, por certo e propositadamente, original.


Há os propósitos quando se anda nua pela casa e somos apanhados por alguém da família que nos alerta com um ‘Então, rapariga, resguarda-te, que vergonha! Não viste que estava aqui o tio Manel? Afinal que propósitos são esses?’. Estes propósitos são os que se enquadram na categoria de ‘questionáveis’ na medida em que se seguem sempre de uma interrogação. Ainda por cima uma interrogação convencida, que nem pede resposta nem nada.


Depois temos os propósitos que toda a gente diz que não tem quando faz algo mal. ‘Desculpa, não foi de propósito’. Não foi (uma merda) o catano! Tudo tem um propósito, mais não seja o ‘desculpa, sou um desajeitado com as mãos e logo as duas foram aterrar nas tuas mamas’ ou ‘mil perdões, estava apenas a testar os bicos do fogão desde ontem; nunca pensei que a tua casa fosse pelos ares’.


Sejamos sinceros, gente.
A começar por mim. Menti-vos. A falta de propósito existe em ‘propósito’ como sinónimo de ‘objectivo’. E nessa falta atentem, que é das mais (parolas) complicadas da existência humana.

21 novembro 2011

Anti-Parabéns para ti!


Não sou de decorar datas de aniversário. Não porque não goste das pessoas, mas sim porque a minha memória já não é o que era e já pouco consegue reter. A culpa, em parte também é tua, ajudaste a afogar grande parte dos meus neurónios, sem dúvida.
Mas hoje são os teus anos. E a verdade é que andei uma semana a dizer “… para a semana são os anos dela… na 2ª feira ela faz anos”. E o que é que sucede quando chega a 2ª feira!? É meia-noite e aqui a je está a dormir. Enfim.
Com isto não significa que me esqueci de ti, nem sequer do teu dia. Se aí tivesse sabes o quanto andaria a formular planos para o festejo (coisa que tu não gostas, mas tens que levar porque eu não deixo que seja de outra maneira)!
E é assim! Mais um ano passou, e as tuas rugas já começam a reclamar os anos de festa. Pois. Deixa lá, estamos todas para o mesmo. O importante é que, mesmo longe, centenas de quilómetros afastadas, e mesmo sem a minha memória a funcionar como eu gostaria, tu estás no meu pensamento. E se eu pudesse, estarias aqui bem pertinho também!
A verdade é que se pudesse voltava atrás. Muitos dizem que não se deve pensar em mudar o passado, porque é dele que somos feitos. Mas a verdade é que eu voltava, e mudava pequenas coisas, sendo uma delas, tu! E tu sabes bem do que falo, ou escrevo (como preferires)!
Um dia disseste-me que cada pessoa tem uma pessoa certa para cada tempo certo. Continuo a acreditar nisso. Mas a isto tenho a acrescentar que cada pessoa tem também um grupo de pessoas certo, e esse não muda com o tempo!
A verdade é que não consigo escrever nada de jeito, e tudo isso se deve a que deixei de conseguir dizer o que quero, porque a ti, aprendi a dizê-lo por gestos.
A verdade é que estás demasiado longe. Mas se eu aí tivesse, chegar-me-ia de mansinho do teu lado e encostaria a cabeça no teu ombro. Se aí tivesse, abria-te a porta de casa e esmagava-te com um abraço.
Sim, isto tudo pode parecer amor a mais. Pois, mas não é. A amizade por vezes assume esta forma. E contigo, a forma da minha amizade é o carinho que me ensinaste a demonstrar. E por isso tenho para te oferecer um Obrigado!

Anti-Parabéns Pessoa (:

14 novembro 2011

O dilema do nada



Os meus pés tornam-se lentos. Os meus braços, pesados.
Ao sentar-me, sou envolvida por uma força invisível que não me permite levantar.
Ao deitar-me, sou agarrada por braços transparentes que não me deixam continuar.
Os dias passam, mas a rotina do nada mantém-se. Nada se altera. E a vontade continua escondida para não ser encontrada.
Aquela força fugiu e nunca mais voltou.
Os dias passam, mas nada se altera.

E a verdade é que nem a força e a vontade 
se conseguem aliar para mudar o rumo dos dias.

31 outubro 2011

neste momento, acho que nunca me senti tão sozinha. quem precisava que estivesse ao meu lado não está. não tenho com quem ir ter e poder desabafar. sinto que os últimos tempos foram um retrocesso, que nada está bem e toda a gente me abandounou.
Não entendo porque é tão fácil desistir de mim, depois de eu ter feito tanto...não percebo o que preciso de fazer mais para me tornar especial aos teus olhos. sinto-me tão só....tão irremediavelmene só...há tanto tempo...

24 outubro 2011

A dita crise portuguesa!


Pois é, o país anda a gritar a todos os pulmões que andamos em crise! Apertar o cinto já não é opção, agora temos mesmo que usar umas cintas daquelas com uns elásticos bem fortes, que andar aí gorduchos deixou de ser opção! É a crise, minhas pessoas!

E depois levanto-me eu de manhã, abro a janela do meu quartinho e vejo uma máquina no jardim do vizinho da frente. Não, não estavam a demolir a casa. Os meus vizinhos decidiram só fazer uma piscina!!

Sim, o país está em crise! Mas esta tem um sentido de humor negro e por isso não bate a todas as portas!

16 outubro 2011

07 outubro 2011

eia, pá. e logo nós que não queríamos mesmo nada.

Psss...Que chatice. Parece que sempre vamos ter que nos integrar.