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04 outubro 2010

Um ano!! PARABÉNS a nós!

Têm noção do tempo que já passou!? 365 dias, 5 horas, 49 minutos e 12 segundos. Dando mais ênfase, foram exactamente 31 556 952 [se não estou em erro, e aí se iria definitivamente o meu sonho de seguir a matemática] segundos. Tanto tempo, mas parece que foi ainda ontem. Tantas histórias, que parecem que pertenceram a outras vidas.

Faz hoje um ano que 3 ditas pessoas se sentaram à mesa da cozinha e conjecturaram o plano de construir este blog. Faz hoje 1 ano que quem digitasse o endereço para aqui vir parar, encontraria o blog em ‘under construction’, mandando-o para o ‘caralhinho’ que isto ainda não estava pronto. Estava em face de maturação.
E 1 ano se passou, e essa fase continua. Todos os dias existe um pedacinho a mais de maturação neste blog. Não só no que transparece para todos os olhos curiosos apreciarem. Mas também, e principalmente, nas pessoas que, por detrás do antigo e sempre ‘cor-de-rosa’, vão crescendo, transformando-se, moldando-se ao tempo e ao espaço que por elas passa e deixa moça [seja ela por andarem aí aos encontrões ao destino, à pancada com o Karma ou em qualquer beco batendo com as cabeças nos véus que escondem o que não pode ser visto. Hoje.]
Num ano muito mudou e muito ficou na mesma.
Muitos contos foram contados, muitos sonhos foram sonhados. Muitas palavras foram inventadas para prazer dos leitores, muitas foram forjadas para descanso da mente de quem as engendrou.
Muito mudou e muito se manteve. Até nós mudámos e nos multiplicamos, de uma forma estranha, passando de 3 a 5. Mas no fundo sempre tínhamos sido um 5, por isso acaba por ser uma mudança mantida igual.


1 ano é muito tempo. Muito pode acontecer.
O que nos esperará daqui a um ano!? Onde estaremos!? A fazer o quê!?
Mais de metade de nós é finalistas. Não sabe o que esperar. Mas uma coisa é certa. O 5 será sempre o 5, e nunca menos que isso!


Imagens: i can read

01 maio 2010

Best of Enterro 2010


Vários podiam ser os objectivos para este enterro. Das opções dadas, ficaram na linha da frente a “dança e diversão” e “muito álcool”, seguidos pela “semana de férias” e logo de seguida os “concertos” e as “barracas”. Apenas um voto foi para a “semana para ir à terrinha”. [Porque será?]




Durante esta semana passearam-se pelos nossos telemóveis várias pérolas. Não só a troca normal de acentos e letras, mas também frases completas, que reflectem bem todo o espírito que se vive nesta semana. Aqui ficam alguns exemplos [aconselhamos que vão à casa-de-banho primeiro!]:
  • “Eìtou. Bairaca d essuag”
  • “Po favor.t tou msmmal”
  • “Na casa d casa. Baoin. D baoho ja?”
  • “Vamos tou mal. Ueiiam.”
  • “Ai quieta ouvist. Tou farta de andar a tua robura.”
  • “Vemo.ao.deverão:P”
  • “Ende no conertn lado de direito. procura roti e 30siga”
  • “Na acha de acho. Boa aonde teem isto .ir e .gibt”

[Se alguém descobrir o significado de algumas delas, avise. Algumas nem as autoras conseguem perceber!]

Começamos o Enterro com o ‘Hotel KIA’, invadido por leirienses, com o verdadeiro sotaque do centro. [Nós as três já nos rendemos ao nortenho, apesar de o continuarmos a negar!] Ainda assim, para nós, Leiria não tem sotaque. São daquelas pessoas que sabem falar bem. Tirando os momentos em que se lembrar de referir que não têm a “nocência” de alguma coisa que ficou perdida na memória. Além do sotaque, estes meninos têm a capacidade de muitas acções “em andamento”! Muito ficou perdido no tempo e na memória. Mas foi um fim-de-semana inesquecível. Que contem todos os cantos da nossa KIA. E o vídeo que um dos telemóveis captou.





[A música tem um significado muito especial para a Morgaine. Além disso, trouxemos mesmo a nossa casinha de Leiria para cá!]


Para compensar Leiria em peso durante o fim-de-semana, 2ª feira tivemos um jantar só nosso. As 3 leirienses deste blog. Acompanhadas de massa com salsichas e molho de tomate e piripiri bem picante!
Aqui surgiu a ideia mirabolante das frases!


[Sim sim, 5 braços! Tal como os 5 óculos! Ainda não chegou a explicação… Há-de vir. Aguardem!]


E agora algo de que nos orgulhamos. A rede social chamada FaceBook faz milagres.

É isto o que acontece quando se escreve sobre pessoas mais que famosas! Mais uma vez afirmamos: David Fonseca é um senhor!


Último dia do Enterro! O desfile! Mas primeiro, o jantar! 6 raparigas numa mesa. Resultado: uma garrafa de vinho verde oferecida por 3 meninos de Coimbra.


Se fosse em Coimbra
Cantava-vos uma serenata…
Aqui só vos posso servir uma garrafa…

Ass: Estudantes de Coimbra
Só para o caso de te perderes em Coimbra -> …”

[seguiam-se 3 números que não revelamos por respeito à privacidade alheia]




Foi um desfile molhado. Não só de lágrimas, mas também de cerveja na cabeça dos caloiros.
Que nostalgia ver veteranos apenas um ano mais velhos que nós de lençol. E mesmo aqueles que connosco sofreram as praxes, mas que 3 anos lhes chegam para acabar a sua passagem por aqui.

Não foi nada do que se esperava, mas foi tudo o que tinha que ser! O Enterro!

09 março 2010

25.Fevereiro - Relatório II

2º Jantar das Mulheres 2009/2010





Como seria de esperar, foi um jantar inesquecível. Confissões, gargalhadas!
Até direito a Hugh Hefner tivemos. Com robe azul, bem fofo que ele(a) estava.

Esperam-se bem mais destes encontros. Não que sejamos feministas. Nem que gostemos de confusões [porque apenas mulheres juntas, é nisso que dá, como se sabe]. Apenas porque gostamos de nós. E para fazer a festa, ninguém, mais que nós, percebe da realização de frases mais sem sentido que possam existir no mundo lúcido [que não é no que entramos quando nos juntamos nestas noites]. Aqui ficam 2 das melhores frases que ficaram gravadas na memória [pelo menos na do telemóvel, que eu escrevias logo a seguir]:

  • "Este copo está roto. Eu agarro-o direito e ele continua a verter" - dRiMna.
  • "Oh meti o dedo dentro daquilo" - referiu 'Adagio', muito divertida, quando deu pelo seu mindinho enfiado dentro daquele copo pequenino, com substância de coloração estranha lá dentro.

over and out

[para a semana, sem dúvida, outro relatório aparecerá]

02 fevereiro 2010

"Ramona"

Estando na cidade da Ria, não podíamos deixar de ir comer os mais famosos hambúrgueres da cidade.

Local: Restaurante Ramona.
Dia: Estávamos ainda no ano de 2009. Mês do Natal.



E lá estávamos nós. As 3 do costume. Sem nada na mesa sem ser os 3 telemóveis. [Uma época complicada, havia ali muita comunicação extra-mesa, montes de complicações.] E vieram as bebidas. As batatas com aquele molho. E depois aquele tão falado hambúrguer [Que diga-se de passagem, realmente é bom. Nós nem gostamos de cebola e comemo-la!] E conversa puxa conversa, e depois de contadas as novidades das últimas horas [havia ali mesmo muita coisa], surge ali uma constatação que achámos que merecia ser partilhada com o mundo, visto que nos trouxe um momento hilariante e cheio de gargalhadas [percebo se não conseguirem lá chegar. Não está ao alcance de todos. Nem todos têm as mentes, vah, tão limpinhas e insanas como as nossas. E também porque não estavam lá, senão percebiam.]
E tudo começa com uma revelação da minha mãe: «’Morgaine’ [ela não me chama assim, mas vamos fingir que sim!] sabes o que era antigamente chamada de Ramona, além do carro do meu tio!?» E está claro que eu não sabia. Mas fiquei a saber. Ramona era o nome chamado ao carro [e talvez também aos polícias] que ia recolher as meninas que, à noite, resolvem, ilegalmente, trabalhar. Não percebo o porquê. Mas chamemos-lhe, hipoteticamente, de… humm… prostitutas [não pode ser pegas, que essas são mulheres novas e bonitas, o que poderia não ser o caso].
E então foi aí que nos apercebemos. Estávamos dentro do ‘Ramona’. Da ‘Ramona’. O que será que estava o dono a pensar quando pôs este nome ao restaurante? Pensaria ele que iria ser frequentado por quem? Parecendo que não, acaba por estar a insultar os seus clientes, se estes pensarem um pouco no assunto. Será que ele quereria ser processado por difamação? Ou na realidade, não era bem hambúrgueres que ele queria vender ali?
E depois, está claro, tivemos que nos pôr a disparatar [era óbvio, não?]. Então, sendo aquilo uma ‘Ramona’, como acham que chamávamos às pessoas (em sussurros, claro!) que estavam constantemente a entrar nela? [ela sim, porque o carro era uma carrinha, segundo a fonte] Então, e como acham que imaginávamos os empregados vestidos? Eram eles que estavam a trabalhar na ‘Ramona’!

Sim, somos estranhas. Sim, não temos mais que fazer. Sim, só pensamos disparates. Mas sim, somos felizes exactamente desta forma. E que continuemos a achar locais assim, em que seja possível tais analogias. Vamos delirar com elas!

P.S. A primeira risca que pudemos fazer na nossa lista de afazeres antes do final da boa vida! Está a primeira botija paga!

28 novembro 2009

Relatório: Jantar de mulheres

Resumo da noite da passada 5ª feira:





Actores: KIA + as duas de 1/4 para 3


Espaço: a cozinha da KIA


Tempo: desde as 21h30 às 2h00


Storyboard: [basicamente isto]




No início da noite a nossa bancada era assim

[o compal foi oferta da garrafa de martini... Já inventam dicas e tudo para as misturas]




E foi assim que passámos o tempo depois de a comida já não querer entrar...
[agradecemos desde já ao dono das cartas que as mantém cá em casa, de forma a podermos utilizá-las para nosso belo prazer... mesmo que ele não saiba disso]





E após algumas pirâmides começámos a reconsiderar novas possibilidades de bebidas.




Sobrevivemos!!



Fim de Relatório