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15 junho 2010

Todos os telhados são de vidro


Não critiques o que não conheces, não fales do que não sabes.

Existe uma mania generalizada das pessoas de comentarem isto ou aquilo desta ou daquela pessoa. Mas será que se dão ao trabalho de olhar para além do que se vê e do que é mostrado? Será que se dão ao trabalho de conhecer o historial da pessoa em questão? Não!

Se não sabes, não fales! Se não adquiriste todo o conhecimento, não dês opiniões!
Até se saber o que é viver noutra pele que não a nossa, nada se pode opinar sobre as escolhas de alguém que deambula pela vida numa pele totalmente diferente.
É normal o fazer, claro. Mas cuidado para não cair no erro de, no futuro, seres tu a cometer o mesmo erro. Como te sentirias se depois fosses tu a fazer aquilo a que tanto atiraste pedras?

Pois…

13 maio 2010

E é isto…

Eu não sou a melhor pessoa para corrigir a ortografia de outros. Ainda esta semana fui corrigida por me faltarem ‘h’s nos relatórios de avaliação. Tenho a mania que sei escrever tanto que me ponho a trocar as voltas às palavras, e no final só tenho o meu orientador a dizer-me que aquele português não se percebe ou que não faz sentido. Na minha cabeça até fazia. Mas pronto, digamos a verdade, não sou a melhor pessoa para corrigir os erros dos outros.
Mas vamos falar a sério. Há erros e erros. Mas alguns simplesmente não dão para perceber…


Vinha eu muito bem do Palácio do Gelo [situem-se: Viseu] e quando entro numa pastelaria para comprar o pão para o meu lanchinho, deparo-me com isto. E depois da primeira impressão, ainda me espanto mais com a capacidade de ser simpático do senhor [só um menina, que grande compra!]. Ora, se só quero um, só levo um! E se já fiz uma compra num local onde, para além de não saberem sequer escrever Cerveja [erro imperdoável] ainda se põem a escrever em inglês. Só preciosidades! [Se aprendessem o Português primeiro e depois se virassem para os outros lados tinham mais juízo. Como por exemplo aprender a atender os clientes!]
Saiu e tiro esta foto para vos mostrar o que se vende para estes lados.
Mas depois ainda fiquei a reflectir. Mas, as minhas dúvidas existenciais, vou guardá-las para mim. Poderia ser mal interpretada, e nunca será esse o meu objectivo!

Mais novidades… pah, só no continente! Nada de novo, e tudo diferente, é o que é!
Quanto ao nosso plano de conquista do país, temos que tratar dos pormenores. Entretanto ando a magicar um qualquer fim-de-semana-reunião! Depois dou notícias! =)

29 abril 2010

… e ele é de Leiria!

Chego agora do recinto. Primeiro dia a 0% de álcool. Mas admito que foi o dia em que mais saltei com uma verdadeira vontade. Foi o dia em que mais me deslumbrei com um concerto. Não conseguimos chegar para ver o início, mas furámos e consegui ficar mesmo de frente para o palco. Uma boa vista, se me é permitido dizer! Estava completamente afónica, mas isso não me impediu de cantar, saltar, bater palmas e sonhar com toda a magia que naquele palco se passou. As lágrimas ameaçaram brotar-me dos olhos, mas com uma força impossível mantive-as cá dentro e sorri. Um sorriso tão verdadeiro que me espantou de tal maneira que ainda sorri mais!
E isto tudo porquê?
Apenas um nome [vá, dois que sejam conhecidos]: David Fonseca!


O melhor concerto de todo o Enterro! O que mais gostei e com aquele que mais delirei. E estando eu com aquela taxa de alcoolemia que poucos podem alegar por estes dias, é dizer muito!
Todos aqueles efeitos, todos aqueles pormenores!
Ele tirou fotos a ele próprio, ao palco, à plateia, e atirou a máquina ao público!
Ele voltou, não para uma música, mas para mais, vestido e maquilhado a rigor para um ringue!
Ele foi ‘our deejay’ esta noite! Cantou para as mulheres de Aveiro!
Ele foi tudo o que se esperava e muito mais do que aquilo que eu imaginava.
Apaixonei-me pela música, pela alegria e pela dinâmica!
Sorri como não pensei que o faria. A música é realmente ‘the sweetest scape’! E quem a maneja desta maneira é um mágico a louvar!
Depois de tantas palavras, que nunca conseguirão descrever o que senti em cada uma daquelas músicas, no que me revi e revivi em cada letra, só tenho a dizer: David Fonseca é um senhor! Que venham mais concertos. Sempre que possível, estarei lá!

P.S. Sim, a nossa marca hoje era a maquilhagem. Olhos bem pretos. Infelizmente não conseguimos arranjar maneira de fazer tal ficar bem, e por isso apenas os maquilhámos normalmente, mas desta vez com sombra preta. Mas digo, tive muita pena de não ter escurecido os meus olhos todos quando O vi a tirar os óculos no final e mostrar aquela escuridão toda!

21 abril 2010

Eu vou!!

Depois de novas visões, novos motivos para sorrir, novos objectivos, e novos etc., vou-me perder.
E digo isto porquê? Porque, afastando-me da realidade, esquecendo a vida que existe para além da redoma de vidro que me envolve, vou enfiar-me dentro da tenda e entregar-me à música! Esquecer o que não posso controlar, e deixar ser a música controlar aquilo que posso. Porque a música é na verdade uma qualquer magia que nos transforma naquilo que decidimos ouvir no momento. A música tem o poder de dizer aquilo para o qual não encontramos palavras. E assim dedicarei a minha próxima semana a louvá-la. A ela e a todas as combinações que com ela for capaz de fazer!

Sim sim, é isso mesmo! A próxima semana vou mesmo. Consegui. Vou Enterrar-me como nunca o fiz antes!
Enterro 2010: EU VOU! Prepara-te ;P

11 março 2010

Honra

Honra.
Ter um propósito. Um objectivo. Ter as ideias tão delineadas que se sabe o que seguir, quem seguir, e que fazer para o fazer.
Não andar perdido no mundo, rodeado de desejos inalcançáveis, sonhando paraísos inexistentes. Estar neste mundo e ter pelo que lutar. Pelo que morrer. Ter uma causa para acordar de manhã. Ter uma perfeição a alcançar. E chegar. Isso ser o suficiente para a alma estar preenchida. Não serem necessárias distracções. Não serem nem precisas nem sequer desejadas. Porque o que se tem chega. É suficiente. Porque aquela perfeição que se quer alcançar é suficiente. Porque a honra de tal se conseguir é a perfeição a que se aspira desde a primeira inspiração neste mundo.
Imaginar que existiam pessoas assim. Não corrompidas pela insanidade que invade agora os seres que pisam esta terra. Figuras que inspiram, não só medo e devoção, mas acima de tudo respeito. Porque tinham ideais que seguiam, e não se deixavam rebaixar por meros receios. Porque não desviavam os olhos porque era difícil olhar. Nem tremiam apenas porque o medo era mais forte que a força. Não. A força era a que se sobreponha. Sempre e em qualquer situação. Porque quando se acredita, acreditar verdadeiramente, com todo o espírito, alma, corpo, coração, mente, e com qualquer outra entidade que de nós faz parte, não há nada que nos faça vergar perante obstáculos. Nada nos fará retroceder no caminho para chegar à meta que tanto se procura. Nada.
E é disto que eu precisava. E é isto que me faz acreditar que não pertenço aqui. Porque nesta era não há lugar para a honra. Não há lugar para a perfeição. Nem vontade existe que ela apareça. Porque as distracções são demasiadas. Porque a preguiça habita entre nós. Porque a matéria de que essas figuras honradas eram feitas perdeu-se ao longo dos tempos, foi-se dissolvendo entre as gerações, não chegando a suficiente a nós.
Mas se eu tivesse a coragem, a vontade, a capacidade. Se vivesse no tempo certo, na altura certa. Se tivesse sido feita com a matéria certa. Se tudo se conjugasse. Eu trocava as noites passadas ao som da música e as horas de nada por uma vida curta, mas preenchida de honra, vontade e confiança naquilo que acredito. E mostraria ao mundo que a perfeição não é algo inatingível. Mas sim algo que se tem que trabalhar para alcançar. E que a honra foi, é, e continuará a ser a maior das qualidades que o ser humano pode mostrar. Não arrogância nem ganância. Honra. Honra no que somos, honra no que fomos, do que fizemos, honra no que conseguimos e naquilo pelo que lutamos conseguir para nós agora, e para o nós de amanhã. Honra no que acreditamos. E não vergonha por acreditarmos!


[Se me tivessem perguntado o que queria ser quando para este mundo vim, diria que queria ser alguém honrado. Alguém que não tinha medo de morrer pelo que acreditava. Alguém que se destacava dos outros pela sua força, pela sua inteligência. Se pudesse, teria escolhido ser um soldado. Viver numa guerra. Não as actuais, porque dessas a honra foge. As verdadeiras guerras, onde se luta pelo que se acredita, e se necessário, se morre por isso também. Mas sempre com um objectivo: mostrar algo, provar, e mudar as mentalidades erradas que pudessem existir.]

Utopias de alguém que (não) vive neste mundo.
[16.Fevereiro.2010]

21 fevereiro 2010

Às Mulheres [com ‘M’ grande]!

Sabem o que responder àqueles homens [com ‘h’ pequeno] que dizem que as mulheres lhe são inferiores, que o ‘homem’ é que é o ser superior, ‘vocês até foram criadas de nós, da nossa costela!’[imaginem-nos tipo broncos a dizer isto]? Ou não respondem, e deixam-nos a iludir-se com a sua insignificância, ou então dizem a famosa frase ‘Antes de uma grande obra de arte, vem sempre um esboço’. E não há como contestar esta verdade. Antes de criar alguma grande obra, é preciso um rascunho do que esta irá ser.
E foi isso que aconteceu. Antes da Mulher poder ser criada na sua perfeição, teve que haver um qualquer rascunho para tal. E daí ter surgido o homem. Como se viu que esta espécie não poderia evoluir com um ser assim, foram feitas as devidas modificações e correcções, e foi formada a Mulher, com todo o seu poder.
É verdade que eles são necessários. Precisamos deles, não há dúvida. É verdade que muitos deles nos superam em diversas matérias e disciplinas. Não há como contrariar isso. Mas sem nós, eles não seriam nem metade do que são.
Para começar, não existiriam. Imaginam algum homem a carregar um ser por 9 meses ou quase? Imaginam-nos a aguentar com aquelas dores de parto? Eu não! Eles são picuinhas, e qualquer dorzinha é motivo para recorrer a uns comprimidinhos. Não digo todos. O meu pai sempre me deu o exemplo de não tomar dessas coisas, a não ser em casos de urgência, ou prescrição médica. Mas já conheci daqueles que ao primeiro espirro, lá vai um ‘antigrippine’.

Em conferência com outras Mulheres, recolhi outros defeitos nesses seres que se dizem superiores, mas que de superiores só têm o ponto de terem ‘duas cabeças’, mas como não as conseguem usar ao mesmo tempo, não lhes vale de muito. Então aqui vai.
Porque é que quando, gentilmente, lhes pedimos que façam algum tipo de tarefa, ela apenas aparece metade feita, e ainda vêm dizer que está muito bem realizada, que não vêm problema algum no que fizeram? Têm problemas ou auditivos ou visuais, ou pior, os dois.
Depois têm a mania que depois do ‘casamento’, as mulheres é que fazem tudo. E depois queixam-se da falta de sexo. Meninos, a época em que as mulheres ouviam e calavam e eram apenas donas de casa acabou. Evoluam com os tempos, e pode ser que nos acompanhem. Acreditem que assim a taxa de divórcios baixa, e a taxa de sexo pós-matrimónio aumenta!

Por hoje fico-me por aqui.
Não quero de forma alguma exaltar ânimos. Gosto dos Homens [e estes com ‘H’ grande]. Não seria capaz de viver sem eles na minha vida. Eles são capazes de grandes feitos, se assim o quiserem e estiverem dispostos ao esforço.
Mas não suporto aqueles homens que não vêm as Mulheres como um igual, e muito menos suporto machismos. E é para estes homens que falo [e aqui, é mesmo com ‘h’ pequeno]. Se querem alguma coisa feita, levantem o cuzinho do sofá e façam-na. Pode ser que o consigam.

Acreditem, uma igualdade traz muitos mais benefícios que uma qualquer desigualdade.

25 dezembro 2009

Rimas de Natal da Avó

Canção de Natal

Estamos aqui reunidas

Neste lanche de Natal

Oh minha estrela divina

Ilumina Portugal.


Que os pobres de todo o Mundo

Tenham um Natal diferente

Que haja pão nas suas mesas

E também um caldo quente.

Oh meu Jesus aonde estás

Escuta a minha oração

Para que todas as crianças

Tenham paz, amor e pão.

No Natal há muita luz

E também muita alegria

É pena que para alguns

O Natal seja um só dia.

Depois esse dia passa,

Volta tudo a ser igual

Que bom seria, meu Deus,

Que fosse sempre natal.

Etelvina Marques

[80 anos]

16 dezembro 2009

Bodyboard






Se assim o é, deixem-se de tentar surfar e dediquem-se ao bodyboard!!





Sejamos todos bodyboarders, deixemos de tentar voar, e voemos realmente!
Porque os sonhos estão sempre mais altos que nós, e se os queremos alcançar, batamos as asas e toquemos neles!





[Tema pedido à algum tempo, mas talvez hoje fosse o dia apropriado para o publicar!
Encham-se de 'pensamentos verdes']



bah, porta-te!
=)

27 outubro 2009

Carinho de amigo

Ele deitou-se ao lado dela. Na inocência da amizade. Mas então ela encostou a sua cabeça no seu peito e abraçou-o. Ele respirou fundo e acariciou-lhe os cabelos. Ambos precisavam de carinho, e tinham tanto para dar. E assim partilharam a primeira noite juntos. Puros amigos que precisavam da companhia de alguém naquela noite. Mas então ele teve de se levantar, e sem saber se por algum hábito antigo ou por algum sentimento que se despertou naquela noite, beijou-a na testa como que dizendo “Já venho querida, espera por mim”.




Ela sentiu as carícias dele no cabelo. Sentiu-se bem e quis retribuir o gesto. Mas não foi capaz de o acariciar. Isso trazia-lhe demasiadas recordações. Recordações antigas de uma vida passada. Recordações recentes de um abraço no final de uma noite passada como que por engano. Pôde apenas abraçá-lo e receber as carícias dele. E assim adormeceu nos braços de um bom amigo que havia descoberto há bem pouco tempo.



Acordou com a agitação dele ao levantar-se, e ao dar-lhe um beijo de despedida antes de sair da cama. Toda a noite tinha corrido com naturalidade. Dois simples amigos que precisavam de carinho. Mas aquele beijo foi estranho. Parecia que havia uma cumplicidade onde não podia existir, uma intimidade que nunca tinha tido oportunidade de se formar. Ela achou estranho, mas continuou a sentir-se bem. Naquele momento estava preenchida e sentia-se completa. Finalmente esquecera o outro. Não tinha corrido para ele quando soubera que ele estava sozinho na cama. Tinha permanecido ali, nos braços dele. E passou uma das melhores noites dos últimos meses como recompensa.








05.Agosto.2009



26 outubro 2009

'Magaida'



Hoje e o teu dia! PARABÉNS!



Já estás nos 20 aninhos ah!? Na idade de casar e ter filhos não é? =P







Já lá vão quê? 15 anos desde que nos conhecemos? =)



Crescemos juntas. Partilhámos aventuras que não passam pela cabeça de ninguém. Vimos pessoas desaparecer à frente dos nossos olhos. Lavámos os pés no meio de rotundas. Discutimos e derramámos lágrimas por disputas infantis [mas que na altura tinham tanto sentido]. Vivemos momentos únicos.

Conhecemo-nos e vimo-nos crescer e mudar. Mudanças nem sempre positivas. Mas nunca é tarde para as remendar certo?! Estou a aprender que não! E cada novo momento que tenho oportunidade de viver contigo me diz que a nossa amizade nunca vai acabar. Por mais anos que possamos permanecer distantes, por mais episódios da nossa vida que não partilhemos. No fim acabaremos por nos juntar de novo e chorar pelos momentos perdidos, e sorrir por aqueles que teremos ainda oportunidade de partilhar.







Queria só deixar aqui escrito que és uma pessoa muito importante para mim. Ensinas-me coisas, sem talvez reparares que o fazes. Mostras-me outras perspectivas que nunca me haviam passado pela cabeça, mas que fazem todo o sentido!





Sem querer menosprezar o resto do ‘gado’ a quem amo também muito, a todos vocês, por cada pequena característica que cada um tem! Mas hoje é o teu dia! Por isso a atenção vai para ti! =)







Significas tanto para mim, por teres permanecido do meu lado mesmo nos anos maus. És importante para mim porque me conheces como eu sou, me aceitas assim, e por eu não ter vergonha de te mostrar no que me tornei. Porque és minha amiga! E na amizade não há espaço para timidez nem para receios de opiniões contrárias! Porque tudo se resolve! Nem que seja com uma boa garrafa de vinho! =P







[poria agora uma imagem de dois dedos mindinhos a serem puxados em direcções contrárias, mas não encontrei nenhuma... Mas tu percebes não percebes? E se eles ficavam deformados a seguir!!]

24 outubro 2009

Um ano depois...



Foi há um ano. Há um ano estavas tu a soprar as velas enterradas num bolo feito de gomas. Há um ano estavas tu a abrir uma prenda que escondia uma t-shirt com um chupa. Há um ano estávamos nós a caminho do Integra-te! para a meio voltarmos para casa. Há um ano… Parece que foi há apenas uns meses que te fui achar no quarto com as primeiras lágrimas nos olhos. Lágrimas de alegria. Lágrimas de felicidade. Lágrimas com as quais eu não soube lidar. E digo-te a verdade: continuo sem saber como lidar. Apesar de parecer muito à vontade com elas, essas lágrimas fazem-me confusão. Eu sei que estas a sorrir através delas. Mas só quero que elas parem! Porque… qual é mesma a frase…?... «Compõe-te, oh! caralho» =)






Mas, sinceramente, que derrames muitas mais lágrimas destas, que sorrias imensas mais vezes através de gotas de água salgada a brotarem-te dos teus canais lacrimais. Porque, digas o que disseres, tentes discursar qualquer conjunto de frases disparatado, tu mereces! Mereces todos os esforços! Mereces todas as atenções! Mereces todas as tentativas de te agradar! Porque ninguém te iguala em imaginação. Ninguém te supera em compreensão.






Por todas as horas passadas a ouvir-me disparatar. Por todas as minutos passadas a rir à mesa. Por todos os segundos a engolir uma mistura de bebidas com teor alcoólico duvidoso que no final dá um resultado doce a que dão o nome de bubblicious.






Por todos os momentos…








* Adoro-te para lá de caralhinho *










13 outubro 2009

=) ...sem motivos!?




Há dias estúpidos na vida.



Daqueles dias em que se acorda e se está simplesmente alegre. Porquê? Ninguém sabe. Nem nós próprios, porque não há motivo aparente, não há razão para tanto euforia.



Poderá ser porque simplesmente dormimos bem, as horas suficientes, e carregámos as baterias que à muito andavam em baixo?



Será porque no fundo temos algum motivo escondido que nos faz sorrir, e nestes dias não conseguimos esconder esse sorriso e ele transparece e alegra todos os que estão à nossa volta?



Ou será simplesmente porque de vez em quando nos damos conta que estamos aqui, que estamos vivos, e que se não formos nós a sorrir, ninguém o fará por nós?



Seja como for, existem dias assim. E alegremo-nos por eles. Porque são eles que mostram o melhor de nós. São eles que fazem transparecer toda a alegria de que somos capazes de sentir. São eles que mostram a nossa vontade de viver e de usufruir todos os pequenos momentos que, se bem aproveitados, podem tornar-se nos maiores momentos da nossa existência.



[Para te responder missElliot… estes dias realmente existem, e são aqueles que, sem motivos visíveis, nos trazem mais alegria e nos estampam os sorrisos mais verdadeiros nos lábio]