Mostrar mensagens com a etiqueta Karma. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Karma. Mostrar todas as mensagens

24 outubro 2011

A dita crise portuguesa!


Pois é, o país anda a gritar a todos os pulmões que andamos em crise! Apertar o cinto já não é opção, agora temos mesmo que usar umas cintas daquelas com uns elásticos bem fortes, que andar aí gorduchos deixou de ser opção! É a crise, minhas pessoas!

E depois levanto-me eu de manhã, abro a janela do meu quartinho e vejo uma máquina no jardim do vizinho da frente. Não, não estavam a demolir a casa. Os meus vizinhos decidiram só fazer uma piscina!!

Sim, o país está em crise! Mas esta tem um sentido de humor negro e por isso não bate a todas as portas!

30 outubro 2010

Um texto lamechas. Um pedido de desculpa sincero

Parei e fiquei a olhar em frente. E não gostei do que via há minha frente. Demasiados caminhos diferentes para seguir. E nenhum deles tinha a largura suficiente para que pudesse percorrer aquele caminho lado a lado com todas as pessoas da minha vida. Principalmente com vocês. Sim vocês que se tornaram a minha segunda familia. E continuei parada. Só a olhar. Sem me mexer. Sem reagir. Sem ter sequer vontade de o fazer. E peço desculpa por isso.
Um dia alguém me perguntou se acreditava no destino. E eu disse que não. Que apenas acreditava que havia algo que estava lá. Para uns pode ser Fé, para outros Deus, para outros o karma. Acaba por ser a mesma coisa, apenas muda o nome que cada um lhe dá. Mas, não podia acreditar no destino, porque não acredito que nada seja pré-definido. Fiquei parada a olhar para todos estes caminhos, a pensar que nenhum deles me agradava e esqueci-me disto. Não tinha de escolher nenhum deles. E não tinha de escolher já. Nada é pré-definido. Podia simplesmente continuar a andar, contornar obstáculos, e podia simplesmente aproveitar a viagem. Agora pode não existir nenhum caminho que me agrade particularmente, mas nós vamos acabar por resolver isso, como sempre. "Vocês fazem-me sentir em casa. São a minha casa". E se isto é tao verdade como eu acredito que seja, então tem mesmo de existir um outro caminho, porque a minha casa vem comigo, para onde quer que eu vá!
É um mundo fatalista. Perdemos e ganhamos. Sim continuo a acreditar nisso. Mas sabem que mais? Prefiro muito mais ganhar do que perder. E vou fazer por isso. Prometo =)
Because we belong together now, forever united here somehow. You got a piece of me, and honestly, my life would suck without you ALL

Agora é o hoje que tanto queremos!

Andamos todos a antecipar o que o futuro nos trará, o que acontecerá e o que será feito de nós. Paramos no tempo para pensar no que foi e no que deixará de ser.
Mas e se parássemos de perder tempo nas memórias do passado e nas imaginações de um futuro que ainda não chegou, e começássemos a viver o agora!?
Não podemos parar o tempo, para aqui permanecermos. E perdermo-nos em devaneios sobre o que acontecerá daqui a 3 meses não fará com que o 3 se transforme num 6 ou desapareça.
Temos de aproveitar o agora, o que ele nos traz e nos possibilita fazer, agora. Porque o agora, como todos sabemos, não voltará a ser igual, e nunca mais voltará da mesma forma.

Por isso, em vez de pensarmos no depois e lamentarmos as saudades do antes, vivamos o agora, o hoje!

«You are too concerned about what was and what will be. There is a saying: yesterday is history, tomorrow is a mystery, but today is a gift. That is why it is called the "present."»


Acham mesmo que o Karma nos traria a todas para esta cidade e juntaria todas estas especiais peculiaridades, para depois as separar e nunca mais as voltar a juntar!?
Sim, ele às vezes é um bocado cruel, mas não acredito que chegue a este ponto.

Não, porque não o vamos deixar!! =)

*We are special together!*

09 agosto 2010

KARMA


Seja ele aquela figura de homem que se imagina vestida com uma gabardine como se se tratasse de um manto negro que esconde todas as (in)justiças kármicas de que tem de tratar, esgueirando-se pelos cantos da vida de cada um, perseguindo-os e retirando-lhes tudo a que não têm direito, como paga por algo cometido erroneamente no passado. Seja apenas uma desculpa daqueles que não compreendem o porquê de tanto mal lhes estar a acontecer e precisarem desesperadamente de algo ou alguém a quem culpar tal acontecimento cósmico.
Seja o que ou quem for… Tentei ser educada… Tentei fazer tudo certo e jogar o teu jogo… Se me apareces à frente… Pontapeio-te no estômago, esmurro-te a cara, arranco-te os cabelos, e no final ainda te enfio uma bala no lugar onde devias ter o coração.

Um dia contaram-me uma teoria interessante. Que tanto pode ser verdade, coincidência, ou apenas mais uma mera justificação para aquilo que não tem explicação. Seja como for, era e continua a ser uma teoria interessante, mais que não seja pela pessoa que a contou na altura.
Juntando essa teoria ao muito falado Sr. Karma, só posso concluir uma de duas coisas:
Ou este Sr. tirou uns meses de férias para me atormentar mais do que o necessário e esqueceu-se de tratar do resto do mundo, ou então tirou uns meses de felizes férias para o outro lado do mundo e esqueceu-se de deixar alguma felicidade neste lado.
Qualquer das opções, o outro lado do mundo deve andar numa autêntica festa nos últimos meses, com direito a tudo de bom, roubando a este canto do mundo tudo o que ele merecia e deixando-o com nada mais do que o simples nada.


Não sendo isto uma ameaça com repercussões físicas, mas apenas verbais e imaginárias, quando espreitares para o buraco onde me enfiaste, Sr. Karma, vou puxar-te pela mão para dentro dele. Ficarás lá comigo o tempo suficiente para fazer do teu corpo uma escada que me levará para fora daqui; libertarei de ti a vida que roubaste a outros; pegarei no teu manto e farei dele a minha própria mortalha, e com ele vestido irei ter com aquele que detém o poder sobre esta dita justiça cósmica pela qual te dizes reger, e pedir-lhe-ei justificações por aquilo que não sabes que andas a fazer.

Foto: i can read


[Se um dia perceber a lógica e a justiça disto tudo, retiro estas palavras vãs.]

22 julho 2010

Our lifes in holidays

Parece que é esta a altura do ano para a qual toda a gente vive durante os restantes 10/11 meses. Altura de praia, mar, bikinis (mais visitantes para o blog hehehehe), viagens, reencontros (...), enfim, um sem número de actividades que nos fazem sair da rotina e rejuvenescer, pelo menos, para aqueles que têm a sorte de gozar as verdadeiras férias, grupo no qual EU não estou incluída!

Então o que resta para estes que, como eu, não têm as verdadeira
s férias? Resta a terrinha, a televisão e o café à tarde com o número reduzido de pessoas que ainda não foram de férias e não estão em exames. Resta dormir até quase meio da tarde na esperança que o dia passe mais depressa e que um próximo dia melhor chegue rápido, e assim se passam os dias, as semanas e os meses até que chega novamente a rotina do trabalho e estamos mais 10/11 meses a lamentarmo-nos por férias. Triste realidade.

Assim, venho deixar um apelo para que se houver alguém desejoso de fazer uma boa acção neste período que me venha resgatar deste cantinho de Portugal e me leve para um cantinho com sol, praia e alguma música. E voilá, conseguem um lugarzinho no céu!

Bom, à parte das queixas e invejas dessas pessoas que já foram para a praia e que avistam uma férias prometedoras (grrrrrr -.-'), desejo a todos umas ÓPTIMAS FÉRIAS! =)



22 março 2010

E voltámos ao mesmo

No meio de tanta depressão. No meio de tantos choros, caras amuadas, olhos que mais parecem fundos de garrafas, ataques de histerismo. Temos ataques de risos. Daqueles que ninguém que não esteja aqui alguma vez compreenderá. Porque nós gerimo-nos assim. No meio de nada de bom, achamos coisas mínimas para deitar cá para fora umas valentes gargalhadas, daquelas que nos ficam nos ouvidos, mas que nem aos olhos nos chegam. Sejam elas criadas pela referência à tensão pré-mamária de uma, pelo pedido de verificação desta, pela referência a um passado hipotético nos balneários. Sejam elas devidas ao pior humor mórbido que possam imaginar. Tudo é motivo para que a nossa mesa consiga uns minutos de riso em vez das tão habituais cabisbaixas faces, dos acenos sem energia e da não presença de palavras, porque simplesmente não se sabe o que se dizer, do que se falar, quando qualquer motivo seria motivo de ‘deprimência’. E então inventamos motivos para risos. Daqueles que chateia para caraças os nossos vizinhos. Até os do prédio do lado, porque a nossa janela está sempre aberta. Inventamos motivos para que, por momentos, a alegria que esta casa era cheia volte. Por momentos.

Chegámos à conclusão que, meio ano depois, estamos as três, novamente, na fase do
‘Compõe-te, Oh! caralho’

E digo-vos eu, não é uma fase bonita para se estar.

23 janeiro 2010

a ocorrência baseia-se sempre mais ou menos nisto...

Quando finalmente te enches daquela coragem que alugaste em lugar desconhecido a troco de ilegalidades, quando tudo começa a fazer o certo sentido, quando as certezas se enchem de fôlego, quando estás prestes a...

Esquece.

É sempre nessa altura que o mundo roda mais rápido, o karma puxa o tapete debaixo dos teus pés e a justiça cósmica te espeta uns valentes pontapés no estômago.

Isso... aproveita agora para aprenderes. Que entretanto, e tão rápido, vais esquecer-te de novo.

10 janeiro 2010

ai o menino...em reuniões manhosas, agora?

Numa reunião de ninfomaníacos masoquistas...

- Olá, o meu nome é Karma... e fodo que dói!

- Olá, Karma - disseram os outros em conjunto.




[Dedicado aos especiais que, por qualquer motivo, têm hoje vontade de implicar de forma picuinhas com o menino karma. A vocês, aguentem firme.]

18 novembro 2009

...e um tau-tau ao karma, não ia?!

Anda lá, karma...admite.



Fizeste merda comigo. E tu sabe-lo.











E de tal forma te pesa a consciência que agora inventas oportunidades para mim. Aos montes. Até as que eu não mereço (que eu sei!).










Ora, não adianta karminha.







(...) E não te preocupes... eu resolvo a embrulhada que fizeste.

25 outubro 2009

K.O. KArma


Engracei com a maneira que o Karma tem de COMPLICAR e RESOLVER as coisas.
Embrulha-nos tudo. Faz com que a nossa linha de vida fique tão baralhada como a linha de raciocínio de um problema matemático bem difícil. Tira-nos o tapete debaixo dos pés. Baixa-nos a guarda. Dá-nos um dia tão mau, que só apetece ficar entre os lençóis. Leva as pessoas que amamos para longe, muito longe.
E quando pensamos:"epa, puta de vida...mas tem de ser assim...", o Karma vem com as suas pantufas, aquelas que ele calça para não se fazer ouvir chegar, e pum! ou vash!, puxa da varinha, faz abracadabra e compõe tudo (todos os pequenos caralhinhos). E por momentos fica tudo bem. As coisas resolvem-se. O tapete volta. O dia amanhece tão colorido, como se tivéssemos fumado da boa, e até elefantes cor-de-rosa vemos a ajudar velhinhas a atravessar passadeiras.
Mas de repente, só porque não deve ter tido sorte com a Sra Karma naquela noite ou lhe chegou uma conta astronómica da luz que os putos Karma gastaram com a super PS2, chega com as botas de guerra, com um grande estardalhaço, pega em nós (não de uma forma carinhosa) e leva-nos a fazer, dizer, pensar, mostrar coisas que nos magoam..e que magoam os outros...e por conseguinte nos magoam também.
KARMA? Engracei com a maneira tão humana como vives. A maneira tão humana como te conduzes a ti próprio. Será que te apercebeste que és como nós?
Ah, lose the moustache. Não te dá assim um ar tão autoritário.